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| Duke Ellington ajuda a promover a Studio 45 |
Uma combinação cuidadosa que está diretamente relacionada à filosofia da empresa, que buscava conquistar o consumidor não apenas pela qualidade mecânica, como era comum a todos os demais fabricantes, mas principalmente pelo visual dos seus produtos, agregando o estilo como um importante valor.
Para promover o modelo, a Olivetti convocou estrelas para conferir sofisticação à máquina, como a modelo Twiggy e o músico de jazz Duke Ellington, em peças publicitárias que recheavam as principais revistas.
O projeto da Studio 45 foi criado em 1967, assinado por Ettore Sottsass, que também criou a Olivetti Valentine, portátil que se tornou outro ícone, preservada no MoMA e perseguida por colecionadores.
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| O historiador Eric Hobsbawm retratado com sua Olivetti Studio 45 |
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| A modelo Twiggy destaca a cor da máquina |
Como estava muito usada e com visual ruim, procurei outra Studio 45 em perfeitas condições, para ter o prazer de possuir uma que estivesse mais próxima de nova. Não foi uma tarefa fácil.
O antigo dono, um empresário do ramo gráfico, recebeu a Studio como presente dos pais, em 1971, mantendo-a com pouco uso, talvez para preservar o mimo, comprado com sacrifício. Com o tempo, acabou esquecida por ele, mas continuou guardada pela mãe.
| Preservada com manual e acessórios |
Após a perda dos pais, na desocupação do apartamento, encontrou a Olivetti preservada, com manual e acessórios originais. Acabou anunciando, sem o apego pela história pessoal.
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| Régua de colunas indica o tamanho menor da fonte |
A Olivetti lançou outras opções de cores, enquanto a Studio 45 esteve em produção, como o bege com o teclado branco. Também já vi bege com teclado preto. As primeiras vieram com estojo rígido, depois substituído por uma bolsa em couro preto. As últimas, foram protegidas em uma bolsa de plástico, estampada com um padrão de logotipos.
Luciano Toriello - 31.10.2015
Escrito com uma Olivetti Studio 45












